A Agri Fusion Exports, empresa de exportação de commodities agrícolas sediada em Luís Eduardo Magalhães (BA), tem dedicado atenção crescente à construção de um ambiente de trabalho mais diverso e inclusivo. A iniciativa acompanha um movimento observado em diversas empresas do agronegócio brasileiro, setor que tradicionalmente combina operações no campo, na logística e na área administrativa, reunindo perfis profissionais bastante variados sob o mesmo teto.
Para a empresa, ampliar a diversidade dentro de suas equipes não é apenas uma questão de representatividade, mas também uma forma de qualificar processos e decisões. Times formados por pessoas com trajetórias, formações e vivências distintas tendem a enxergar os desafios do comércio exterior sob ângulos diferentes, o que pode contribuir para soluções mais criativas diante das particularidades de cada etapa da cadeia de exportação — da originação dos grãos e fibras ao embarque final nos portos.
Inclusão como parte da cultura organizacional
Entre as frentes de trabalho estão a revisão de processos seletivos para torná-los mais acessíveis, a busca por maior equilíbrio de gênero em áreas historicamente mais masculinizadas, como operações e logística, e o incentivo à presença de profissionais de diferentes faixas etárias e origens regionais — algo natural em uma companhia que atua no Oeste da Bahia, região que recebeu grande fluxo migratório ao longo das últimas décadas em função da expansão do agronegócio.
A empresa também tem reforçado a importância de um ambiente de trabalho acolhedor para pessoas com deficiência, buscando adaptar postos e rotinas sempre que necessário, além de manter canais internos de escuta para que colaboradores possam relatar situações de desconforto ou desigualdade.
- Revisão de processos seletivos com foco em acessibilidade;
- Atenção ao equilíbrio de gênero em áreas operacionais e administrativas;
- Valorização da diversidade regional e etária das equipes;
- Canais internos de escuta e diálogo sobre convivência no ambiente de trabalho.
Um setor que também se transforma
O agronegócio de exportação, historicamente associado a uma cultura mais tradicional, vem passando por transformações importantes na forma como organiza suas equipes. Empresas que atuam na ponta comercial e logística da cadeia — lidando com clientes, parceiros e autoridades de diferentes países — têm percebido que equipes diversas ajudam a compreender melhor contextos culturais distintos, o que é especialmente relevante para uma companhia como a Agri Fusion Exports, que lida com mercados internacionais de perfis variados.
A expectativa da empresa é que o investimento em diversidade e inclusão continue sendo tratado como parte da cultura organizacional, e não como uma ação pontual, acompanhando o crescimento das operações e a necessidade permanente de atrair e reter talentos qualificados para sustentar a atividade exportadora.
